Trabalho / VisualCue
Cada novo cliente exigia uma implementação sob medida
Cada novo cliente exigia muito trabalho personalizado, tornando a implantação cara e difícil de escalar. O objetivo era criar um processo reutilizável e permitir que os próprios clientes configurassem a plataforma, sem precisar conhecer toda a complexidade técnica por trás dela.
O produto funcionava bem. Difícil era colocá-lo em operação.
Cada novo cliente exigia bastante trabalho personalizado da nossa equipe. Precisávamos criar os elementos visuais, preparar os dados e adaptar a solução ao ambiente de cada empresa. Isso encarecia a implantação e dificultava a expansão do produto.
Cada tile era uma ilustração, desenhada camada por camada para cada cliente, então produzir um exigia alguém treinado para desenhá-lo. Do lado dos dados era igual: um desenvolvedor escrevia procedimentos para cada cliente novo.
A ideia era trazer esse trabalho para dentro do produto. Assim, o cliente poderia configurar a plataforma com facilidade, sem precisar lidar diretamente com a complexidade técnica do sistema.
Uma linguagem visual feita sob medida para cada cliente
O VisualCue apresentava dados em tiles personalizados, que combinavam ícones, cores e layouts. A linguagem visual era expressiva, mas difícil de reproduzir de forma consistente.
Eu vinha desenhando esses tiles pessoalmente desde 2013.
A personalização também se estendia à estrutura por trás da interface. Os dados precisavam ser preparados antes de chegar à plataforma, e até cálculos simples dependiam de desenvolvimento feito fora do produto.
Conforme o VisualCue avançou para o mercado de call center, o produto evoluiu para CueFit — e sua linguagem visual precisava ficar mais focada e repetível.
De tiles personalizados a um sistema visual reutilizável
Redesenhei a linguagem visual a partir de uma estrutura consistente. Assim, o mesmo sistema podia ser reutilizado em diferentes projetos, mantendo cada tile adequado ao dado que representava.
O trabalho foi decidir o que fixar e o que deixar aberto. O anel, os segmentos, os cantos e o centro viraram parâmetros com faixas definidas. O que um cliente podia expressar ficou mais estreito, e o tile virou algo que o usuário montava sem desenhar.
O Grupo NGN adquiriu o CueFit e a equipe responsável pelo produto. A partir daí, começamos a transformá-lo no que viria a ser o NGN Insights.
O sistema visual passou a fazer parte do produto
Com a evolução do CueFit para NGN Insights, o sistema visual passou a fazer parte da própria plataforma. Os usuários podiam criar e configurar seus tiles sem depender de uma implementação feita pela equipe.
O editor é organizado do jeito que o tile é. Realtime, Insights, Corners, Labels e Tooltip são as partes do tile na ordem em que aparecem nele, e a prévia à direita se atualiza a cada escolha.
Simplificando a configuração dos dados
Tarefas que antes dependiam de desenvolvimento personalizado passaram a ser feitas visualmente dentro do produto. A interface permitia conectar, combinar e transformar dados, tornando a lógica do sistema mais acessível.
A experiência do agente passou a fazer parte do produto
No NGN Insights, os agentes passaram a acompanhar seu desempenho com mais contexto, informações em tempo real e feedback dentro do próprio produto.
O centro do tile abrigava um desenho. Quando virou um espaço configurável, passou a abrigar uma fotografia. Um painel com trinta e seis agentes são trinta e seis fotos colocadas no mesmo espaço.

Onde isso foi parar
Montar um tile deixou de depender de um ilustrador treinado e passou para os próprios usuários do produto. A implementação de um cliente novo caiu de mais de um mês para pouco mais de uma semana.
Ecossistema integrado
Handy GolfO que começou como um pequeno produto de golfe cresceu e deu origem a apps para golfistas e coaches, uma biblioteca de conteúdo e modelos de sites para coaches. Fui desenhando cada parte à medida que o produto evoluía, mantendo a experiência conectada entre plataformas, públicos e identidades visuais.
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Resolução de problemas
Grupo NGNA plataforma do evento aceitava basicamente imagens e texto. Parecia que não seria possível incluir no estande a interação que queríamos oferecer com o EngageNow, até eu descobrir que o campo de texto rico aceitava HTML. Essa brecha mudou o que era possível construir.
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